Silma Terra

Silma Borges Terra é gaúcha, nasceu na pequena localidade de Palmares do Sul, então distrito da cidade de Osório/RS, no dia 24 de janeiro de 1962. É a segunda filha de Manoel Adão Borges e Maria Luiza Borges. É Mãe do Murilo (34) e da Mauren (30) e avó do Murilinho (8), da Alice (5) e o do Elias (10). Aos 56 anos de idade se formou em Biblioteconomia pela Universidade Federal de Santa Catarina (2017), mas antes disso já era Técnica Contábil pela Escola Marquês de Herval (1997), Organizadora de Eventos pelo SENAC/RS (2009) e Cerimonialista e Mestre de Cerimônias pelo IFSC (2017). Adora estudar e se atualizar, por isso está sempre fazendo cursos para se conhecer e melhor se entender, além, claro, de buscar treinamento e aprimoramento para melhor compreender o ser humano de forma geral. Tem o jornalismo no DNA e a comunicação no sangue.

Silma é uma eterna apaixonada pela vida e carrega consigo todo o aprendizado de ter vencido um câncer como uma alavanca diária de gratidão. A doença se tornou um divisor de águas em sua vida, pois afirma que os dois anos e meio de tratamento, que ela diz ter sido um “período sabático”, foram momentos de puro aprendizado e autoconhecimento. A partir daí, sua paixão pela vida a deixou obcecada pela ideia de entender o comportamento das pessoas que passam por grandes adversidades e a partir disso poder ajudá-las de alguma forma.

Conseguir enfrentar o câncer e o tratamento doloroso de maneira tranquila foi fundamental para que ela desenvolvesse habilidades únicas que transformaram todas essas adversidades em um trampolim para o triunfo da vida. Resolveu, então, transformar essa dor que poderia ser interpretada como limitação num impulso para conquistar seus sonhos. Mudou de estado, cursou uma universidade e estudou com afinco como autodidata novos e efetivos meios para desenvolver habilidades para poder, enfim, falar ao próximo como tudo nessa vida é possível.

Na palestra “Quando a vida me chamou”, Silma retrata seu passado sofrido e humilde; os tantos “nãos” da vida; “a doença” e os grandes desafios que a tornaram uma mulher empoderada, com autoestima e de sucesso; além de mostrar as ferramentas de motivação necessárias para “transformar o limão em limonada”, mostrando o quanto a vida pode ser positivamente surpreendente.